Em sua temporada no Circo Voador no RJ, Rita Lee do alto dos seus 64 anos, anunciou que pretende se aposentar dos palcos (será?), continuará a gravar CDs. Quem teve a oportunidade de assistir a roqueira, vibrou com sua performance e pode constatar que ela “arrasou”.
A longevidade com qualidade vem aumentando, no início do século passado a média de vida nos países desenvolvidos era de 47 anos e atualmente passou para 78 anos, com tendência a crescer ainda mais nas próximas décadas.
Pesquisas realizadas ao redor do mundo, revelam que o envelhecimento não é sinônimo de decadência, se não houver uma doença que afete o cérebro (Alzheimer, demência...), as condições neurais à partir da meia idade melhoram.
Algumas perdas de memória em relação a nomes, datas, por exemplo, podem ocorrer, mas as redes neurais constroem ao longo da vida novos padrões de ligações, como camadas entrelaçadas que permitem a pessoa de meia idade melhores análises e avaliações complexas, sem decisões precipitadas.
O “discernimento maduro” em função da experiência de vida permite um maior controle afetivo, destreza mental , como também tomar decisões financeiras com mais competência.
A partir da meia idade, desenvolve-se a utilização dos dois hemisférios, permitindo uma melhor visão panorâmica das situações.
A auto-imagem positiva que a pessoa carrega consigo, também influencia nessa melhora.
Os estudos revelam que pode haver uma perda da velocidade dos neurônios, que é compensada na forma como as informações se entrelaçam, mais enriquecedoras.
“Mas a sabedoria trazida pela idade não vem de forma automática: para atingi-la é preciso passar por muitas experiências e apropriar-se dela” (Ursula Staudinger – Universidade Internacional de Bremen, Alemanha)
Outra boa noticia, são estudos realizados no Canadá, que através de “estimulação cerebral profunda” em paciente com grau leve de Alzheimer, tiveram remissão da doença, pesquisas com níveis mais graves ainda serão realizadas.
Esses estudos mostram que o ser humano tem seu potencial ilimitado, e de fato nas próximas décadas seremos mais e mais velhos,portanto precisaremos de uma vida saudável para nos mantermos felizes e independentes.
Natalia Marques Antunes - Psicóloga Clínica, Consultora em Saúde Organizacional com Formação em Coaching (Life Self – Sistema ISOR)
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
domingo, 25 de dezembro de 2011
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
So This Is Christmas / Robbie Williams
So this is Christmas
And what have you done?
Another year over
And a new one just begun
And so this is Christmas
I hope you have fun
The near and the dear one
The old and the young.
A very Merry Christmas
And a Happy New Year
Let's hope it's a good one
Without any fear
And so this is Christmas
For weak and for strong
For rich and the poor ones
The road is so long
And so Happy Christmas
For black and for white
For yellow and red ones
Let's stop all the fight.
A very Merry Christmas
And a Happy New Year
Let's hope it's a good one
Without any fear
So this is Christmas
And what have you done?
Another year over
And a new one just begun
And so Happy Christmas
I hope you have fun
The near and the dear one
The old and the young.
A very Merry Christmas
And a Happy New Year
Let's hope it's a good one
Without any fear
War is over!
If you want it
War is over!
War is over, Now!
And what have you done?
Another year over
And a new one just begun
And so this is Christmas
I hope you have fun
The near and the dear one
The old and the young.
A very Merry Christmas
And a Happy New Year
Let's hope it's a good one
Without any fear
And so this is Christmas
For weak and for strong
For rich and the poor ones
The road is so long
And so Happy Christmas
For black and for white
For yellow and red ones
Let's stop all the fight.
A very Merry Christmas
And a Happy New Year
Let's hope it's a good one
Without any fear
So this is Christmas
And what have you done?
Another year over
And a new one just begun
And so Happy Christmas
I hope you have fun
The near and the dear one
The old and the young.
A very Merry Christmas
And a Happy New Year
Let's hope it's a good one
Without any fear
War is over!
If you want it
War is over!
War is over, Now!
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Que bom! Férias
Parece contraditório, mas as férias estão chegando e já começa outra correria.
As crianças vão marcando no calendário cada dia que falta para o final das aulas.
Os pais começam a pensar para onde ir, repetir o programa do ano anterior, talvez, a casa de praia ou de campo, pacotes nacionais, ou uma escapada além fronteira.
Algumas famílias se organizam antecipadamente para evitar maiores problemas, mas isso não significa estar isento deles, porque na última hora, podem descobrir que aquela empresa que operava a tal viagem deixou de fazê-lo e então começa a dor de cabeça, mas tudo se resolve.
Outras, em função do ritmo de trabalho e acúmulo de compromissos, acabam acordando na última hora e aí "o que fazer?". Não se desespere, dê asas à criatividade e com certeza encontrará um excelente programa.
Para famílias maiores e com filhos de diferentes idades, sexo e gostos, as férias se tornam um quebra cabeça, é necessário juntar as peças para descobrir um passeio que agrade o máximo possível.
Mas nem sempre os pais têm férias, ou estas são apenas parciais, então o que fazer? O ideal é contar com a colaboração de amigos e familiares, para dar conta da energia das crianças, com programas caseiros, passeios ou cursos locais.
Para quem resolve viajar, surgem ainda outros problemas, dar férias ou não para os profissionais da casa? E o gato, o cachorro e o papagaio, quem vai cuidar deles? Também vão para o hotel?
Assim, as férias podem conter fatores altamente estressantes, desde a busca de onde ir, contentar a todos, enfrentar congestionamentos, aeroportos superlotados, atraso de vôos, excesso de pessoas nos lugares mais freqüentados e requisitados, além de ter que dar conta da energia dos filhos.
E na volta, ao conferir o extrato do cartão e o saldo bancário, os gastos podem ser acima da estimativa prevista, e mais um susto.
A verdade é que no mundo moderno o estresse nunca nos abandona.
O melhor das férias mesmo é entrar no espírito, olhando os problemas de outro ângulo, internalizando que este estresse deve ser positivo, procurar curtir as pessoas, o momento, os lugares e relaxar, permitindo que as baterias sejam recarregadas, caso contrário na volta se está mais cansado do que quando saiu.
Natalia Marques Antunes - Psicóloga Clínica, Consultora em Saúde Organizacional com Formação em Coaching (Life Self – Sistema ISOR)
As crianças vão marcando no calendário cada dia que falta para o final das aulas.
Os pais começam a pensar para onde ir, repetir o programa do ano anterior, talvez, a casa de praia ou de campo, pacotes nacionais, ou uma escapada além fronteira.
Algumas famílias se organizam antecipadamente para evitar maiores problemas, mas isso não significa estar isento deles, porque na última hora, podem descobrir que aquela empresa que operava a tal viagem deixou de fazê-lo e então começa a dor de cabeça, mas tudo se resolve.
Outras, em função do ritmo de trabalho e acúmulo de compromissos, acabam acordando na última hora e aí "o que fazer?". Não se desespere, dê asas à criatividade e com certeza encontrará um excelente programa.
Para famílias maiores e com filhos de diferentes idades, sexo e gostos, as férias se tornam um quebra cabeça, é necessário juntar as peças para descobrir um passeio que agrade o máximo possível.
Mas nem sempre os pais têm férias, ou estas são apenas parciais, então o que fazer? O ideal é contar com a colaboração de amigos e familiares, para dar conta da energia das crianças, com programas caseiros, passeios ou cursos locais.
Para quem resolve viajar, surgem ainda outros problemas, dar férias ou não para os profissionais da casa? E o gato, o cachorro e o papagaio, quem vai cuidar deles? Também vão para o hotel?
Assim, as férias podem conter fatores altamente estressantes, desde a busca de onde ir, contentar a todos, enfrentar congestionamentos, aeroportos superlotados, atraso de vôos, excesso de pessoas nos lugares mais freqüentados e requisitados, além de ter que dar conta da energia dos filhos.
E na volta, ao conferir o extrato do cartão e o saldo bancário, os gastos podem ser acima da estimativa prevista, e mais um susto.
A verdade é que no mundo moderno o estresse nunca nos abandona.
O melhor das férias mesmo é entrar no espírito, olhando os problemas de outro ângulo, internalizando que este estresse deve ser positivo, procurar curtir as pessoas, o momento, os lugares e relaxar, permitindo que as baterias sejam recarregadas, caso contrário na volta se está mais cansado do que quando saiu.
Natalia Marques Antunes - Psicóloga Clínica, Consultora em Saúde Organizacional com Formação em Coaching (Life Self – Sistema ISOR)
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Vícios
Emoções positivas são o caminho para o processo de bem estar, emoções negativas são o trampolim para o abismo emocional, mas é um processo inconsciente viver a repetição de comportamentos negativos, ocorre um apagão das capacidades de julgamento e discernimento.
O desejo está por trás de tudo, mas quando não consegue ser realizado, gera uma angústia e a pessoa pode buscar uma saída, que muitas vezes gera a necessidade de repetição, para evitar uma frustração, mas aumenta ainda mais seu sofrimento.
Evitar o problema sabotando o sucesso, carreira ou um relacionamento é a dor possível, sofrendo o tempo todo para não entrar em contato com uma frustração e uma dor real.
Comportamentos auto mutiladores, se penitenciar por culpas acumuladas pela vida, processo inconsciente que busca se libertar do erro e alcançar o alívio.
“A depressão é a imperfeição do amor”, as pessoas estão preocupadas em consumir em ter em parecer ter e deixam de ser de sentir, o luto é atropelado pela necessidade de mostrar-se bem apesar da dor e as emoções são varridas para debaixo do tapete.
Os vícios podem se iniciar na infância por falta de interlocutores para decodificarem as suas emoções, o que pode transformá-los em adultos que não sabem lidar com os sentimentos.
Com a entrada da mulher no mercado de trabalho, o aumento da sobrecarga e da jornada em geral, as crianças ficam mais são expostas à TV, jogos, internet, e muitas vezes falta diálogo com os pais, o que não permite entender os próprios sentimentos.
Eleva-se o consumismo, aumentam-se os bens materiais que não substituem os emocionais, e podem surgir as disfuncionalidades emocionais.
Com o passar dos anos podem não dar conta de altas exigências do mercado, não utilizam suas potencialidades, não tem a agressividade que as funções exigem, cometem erros estratégicos que colocam em risco o sucesso dos negócios ou dirigindo de forma inadequada , o que gera entraves para o crescimento profissional, quando percebem a ausência de autoconfiança entram em contato com o sentimento de frustração que pode levar à depressão, mas não conseguem mudar esse padrão de comportamento.
Ao perceber os prejuízos, é necessária a busca de alternativas saudáveis para conduzir vida, que pode exigir o mergulho na própria existência, desvendar os desejos reais, e aceitar as frustrações, como parte do desenvolvimento natural.
Identificar o problema que ocasionou e desenvolver novos padrões para substituir os comportamentos destrutivos é necessário para libertar dos velhos fardos.
Os pensamentos positivos podem estar recalcados pelos negativos, e é essencial para uma nova fase.
Natalia Marques Antunes - Psicóloga Clínica, Consultora em Saúde Organizacional com Formação em Coaching (Life Self – Sistema ISOR)
O desejo está por trás de tudo, mas quando não consegue ser realizado, gera uma angústia e a pessoa pode buscar uma saída, que muitas vezes gera a necessidade de repetição, para evitar uma frustração, mas aumenta ainda mais seu sofrimento.
Evitar o problema sabotando o sucesso, carreira ou um relacionamento é a dor possível, sofrendo o tempo todo para não entrar em contato com uma frustração e uma dor real.
Comportamentos auto mutiladores, se penitenciar por culpas acumuladas pela vida, processo inconsciente que busca se libertar do erro e alcançar o alívio.
“A depressão é a imperfeição do amor”, as pessoas estão preocupadas em consumir em ter em parecer ter e deixam de ser de sentir, o luto é atropelado pela necessidade de mostrar-se bem apesar da dor e as emoções são varridas para debaixo do tapete.
Os vícios podem se iniciar na infância por falta de interlocutores para decodificarem as suas emoções, o que pode transformá-los em adultos que não sabem lidar com os sentimentos.
Com a entrada da mulher no mercado de trabalho, o aumento da sobrecarga e da jornada em geral, as crianças ficam mais são expostas à TV, jogos, internet, e muitas vezes falta diálogo com os pais, o que não permite entender os próprios sentimentos.
Eleva-se o consumismo, aumentam-se os bens materiais que não substituem os emocionais, e podem surgir as disfuncionalidades emocionais.
Com o passar dos anos podem não dar conta de altas exigências do mercado, não utilizam suas potencialidades, não tem a agressividade que as funções exigem, cometem erros estratégicos que colocam em risco o sucesso dos negócios ou dirigindo de forma inadequada , o que gera entraves para o crescimento profissional, quando percebem a ausência de autoconfiança entram em contato com o sentimento de frustração que pode levar à depressão, mas não conseguem mudar esse padrão de comportamento.
Ao perceber os prejuízos, é necessária a busca de alternativas saudáveis para conduzir vida, que pode exigir o mergulho na própria existência, desvendar os desejos reais, e aceitar as frustrações, como parte do desenvolvimento natural.
Identificar o problema que ocasionou e desenvolver novos padrões para substituir os comportamentos destrutivos é necessário para libertar dos velhos fardos.
Os pensamentos positivos podem estar recalcados pelos negativos, e é essencial para uma nova fase.
Natalia Marques Antunes - Psicóloga Clínica, Consultora em Saúde Organizacional com Formação em Coaching (Life Self – Sistema ISOR)
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Terapias...
Tem certos momentos da vida em que não damos conta dos nossos sentimentos em relação a fatos e situações, parece que tudo vai desabar e não temos saída. Conversar com um amigo nem sempre é suficiente, pois pode ser uma situação em que o copo transborda e a água escorre pelos lados e é necessário contar com alguém com a expertise, conhecimento e experiência de um profissional, ou seja, um psicólogo, psicoterapeuta ou psiquiatra.
Na busca de uma solução rápida um medicamento para dormir, ou para sair da tristeza pode ajudar, mas passado seu efeito a problemática volta, ou seja se desfruta de uma felicidade momentânea.
Mesmo com a desmistificação da terapia, ainda existem pessoas (é fato que já diminuiu bastante) que acreditam que isso “é coisa de maluco”, e preferem manter-se em silêncio, para não serem rotulados por aqueles que fazem parte de seu convívio.
Não ver a luz no final do túnel, muitas vezes leva a um sofrimento desproporcional, que rouba a possibilidade de viver de forma plena, o bom amigo é aquele que ajuda nesse momento na busca de um profissional que possa auxiliar.
Existem várias modalidades de terapia, mas é importante escolher um profissional de quem se tem referência e que utiliza uma técnica com embasamento científico, e mais importante com quem o paciente se identifique e se sinta acolhido, ou seja, que exista uma empatia.
O bom terapeuta é aquele que ajuda o paciente a entender suas emoções e sentimentos e com isso a descobrir os próprios caminhos, para uma vida mais feliz com auto conhecimento de si.
Fazer terapia é um ato de coragem, mas depende do paciente o aprofundamento que deseja, assim o terapeuta auxilia nessa busca, indo até onde lhe é permitido através de sua técnica e conhecimento.
A terapia nos faz tirar os véus da nossa existência, para sabermos conviver melhor consigo e com os outros ao seu redor, assim como diz o poeta “cada um sabe a dor e a delicia ser o que é”.
Natalia Marques Antunes - Psicóloga Clínica, Consultora em Saúde Organizacional com Formação em Coaching (Life Self – Sistema ISOR)
Na busca de uma solução rápida um medicamento para dormir, ou para sair da tristeza pode ajudar, mas passado seu efeito a problemática volta, ou seja se desfruta de uma felicidade momentânea.
Mesmo com a desmistificação da terapia, ainda existem pessoas (é fato que já diminuiu bastante) que acreditam que isso “é coisa de maluco”, e preferem manter-se em silêncio, para não serem rotulados por aqueles que fazem parte de seu convívio.
Não ver a luz no final do túnel, muitas vezes leva a um sofrimento desproporcional, que rouba a possibilidade de viver de forma plena, o bom amigo é aquele que ajuda nesse momento na busca de um profissional que possa auxiliar.
Existem várias modalidades de terapia, mas é importante escolher um profissional de quem se tem referência e que utiliza uma técnica com embasamento científico, e mais importante com quem o paciente se identifique e se sinta acolhido, ou seja, que exista uma empatia.
O bom terapeuta é aquele que ajuda o paciente a entender suas emoções e sentimentos e com isso a descobrir os próprios caminhos, para uma vida mais feliz com auto conhecimento de si.
Fazer terapia é um ato de coragem, mas depende do paciente o aprofundamento que deseja, assim o terapeuta auxilia nessa busca, indo até onde lhe é permitido através de sua técnica e conhecimento.
A terapia nos faz tirar os véus da nossa existência, para sabermos conviver melhor consigo e com os outros ao seu redor, assim como diz o poeta “cada um sabe a dor e a delicia ser o que é”.
Natalia Marques Antunes - Psicóloga Clínica, Consultora em Saúde Organizacional com Formação em Coaching (Life Self – Sistema ISOR)
domingo, 23 de outubro de 2011
A VAQUINHA
Um Mestre da sabedoria passeava por uma floresta com seu fiel discípulo, quando avistou ao longe um sítio de aparência pobre e resolveu fazer uma breve visita ...
Durante o percurso ele falou ao aprendiz sobre a importância das visitas e as oportunidades de aprendizado que temos, também com as pessoas que mal conhecemos.
Chegando ao sítio constatou a pobreza do lugar, sem calçamento, casa de madeiras, os moradores, um casal e três filhos, vestidos com roupas rasgadas e sujas ...
então se aproximou do senhor aparentemente o pai daquela família e perguntou: Neste lugar não há sinais de pontos de comércio e de trabalho, então como o senhor e a sua família sobrevivem aqui?
E o senhor calmamente respondeu:
"Meu amigo, nós temos uma vaquinha que nos dá vários litros de leite todos os dias. Uma parte desse produto nós vendemos ou trocamos na cidade vizinha por outros gêneros de alimentos e a outra parte nós produzimos queijo, coalhada, etc ... para o nosso consumo, e assim vamos sobrevivendo".
O sábio agradeceu a informação, contemplou o lugar por uns momentos, depois se despediu e foi embora. No meio do caminho, voltou ao seu fiel discípulo e ordenou:
Aprendiz, pegue a vaquinha, leve-a ao precipício ali na frente e empurre-a, jogue-a lá em baixo".
O jovem arregalou os olhos espantando e questionou o mestre sobre o fato da vaquinha ser o único meio de sobrevivência daquela família, mas, como percebeu o silêncio absoluto do seu mestre, foi cumprir a ordem. Assim, empurrou a vaquinha morro abaixo e a viu morrer.
Aquela cena ficou marcada na memória daquele jovem durante alguns anos e um belo dia ele resolveu largar tudo o que havia aprendido e voltar naquele mesmo lugar e contar tudo àquela família, pedir perdão e ajudá-los.
Assim fez, e quando se aproximava do local avistou um sítio muito bonito, com árvores floridas, todo murado, com carro na garagem e algumas crianças brincando no jardim. Ficou triste e desesperado imaginando que aquela humilde família tivera que vender o sítio para sobreviver, "apertou" o passo e chegando lá, logo foi recebido por um caseiro muito simpático e perguntou sobre a família que ali morava há uns quatro anos e o caseiro respondeu:
Continuam morando aqui.
Espantado ele entrou correndo na casa, e viu que era mesmo a família que visitara com o mestre. Elogiou o local e perguntou ao senhor (o dono da vaquinha): Como o senhor melhorou este sítio e está tão bem de vida ???
E o senhor entusiasmado, respondeu:
Nós tínhamos uma vaquinha que caiu no precipício e morreu, daí em diante tivemos que fazer outras coisas e desenvolver habilidades que nem sabíamos que tínhamos, assim alcançamos o sucesso que seus olhos vislumbram agora ...
Ponto de reflexão:
Todos nós temos uma vaquinha que nos dá alguma coisa básica para sobrevivência e uma conveniência com a rotina. Descubra qual, a sua ...
Aproveite a melhor hora para empurrar sua "vaquinha" morro abaixo.
Durante o percurso ele falou ao aprendiz sobre a importância das visitas e as oportunidades de aprendizado que temos, também com as pessoas que mal conhecemos.
Chegando ao sítio constatou a pobreza do lugar, sem calçamento, casa de madeiras, os moradores, um casal e três filhos, vestidos com roupas rasgadas e sujas ...
então se aproximou do senhor aparentemente o pai daquela família e perguntou: Neste lugar não há sinais de pontos de comércio e de trabalho, então como o senhor e a sua família sobrevivem aqui?
E o senhor calmamente respondeu:
"Meu amigo, nós temos uma vaquinha que nos dá vários litros de leite todos os dias. Uma parte desse produto nós vendemos ou trocamos na cidade vizinha por outros gêneros de alimentos e a outra parte nós produzimos queijo, coalhada, etc ... para o nosso consumo, e assim vamos sobrevivendo".
O sábio agradeceu a informação, contemplou o lugar por uns momentos, depois se despediu e foi embora. No meio do caminho, voltou ao seu fiel discípulo e ordenou:
Aprendiz, pegue a vaquinha, leve-a ao precipício ali na frente e empurre-a, jogue-a lá em baixo".
O jovem arregalou os olhos espantando e questionou o mestre sobre o fato da vaquinha ser o único meio de sobrevivência daquela família, mas, como percebeu o silêncio absoluto do seu mestre, foi cumprir a ordem. Assim, empurrou a vaquinha morro abaixo e a viu morrer.
Aquela cena ficou marcada na memória daquele jovem durante alguns anos e um belo dia ele resolveu largar tudo o que havia aprendido e voltar naquele mesmo lugar e contar tudo àquela família, pedir perdão e ajudá-los.
Assim fez, e quando se aproximava do local avistou um sítio muito bonito, com árvores floridas, todo murado, com carro na garagem e algumas crianças brincando no jardim. Ficou triste e desesperado imaginando que aquela humilde família tivera que vender o sítio para sobreviver, "apertou" o passo e chegando lá, logo foi recebido por um caseiro muito simpático e perguntou sobre a família que ali morava há uns quatro anos e o caseiro respondeu:
Continuam morando aqui.
Espantado ele entrou correndo na casa, e viu que era mesmo a família que visitara com o mestre. Elogiou o local e perguntou ao senhor (o dono da vaquinha): Como o senhor melhorou este sítio e está tão bem de vida ???
E o senhor entusiasmado, respondeu:
Nós tínhamos uma vaquinha que caiu no precipício e morreu, daí em diante tivemos que fazer outras coisas e desenvolver habilidades que nem sabíamos que tínhamos, assim alcançamos o sucesso que seus olhos vislumbram agora ...
Ponto de reflexão:
Todos nós temos uma vaquinha que nos dá alguma coisa básica para sobrevivência e uma conveniência com a rotina. Descubra qual, a sua ...
Aproveite a melhor hora para empurrar sua "vaquinha" morro abaixo.
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